CdM
Abre hoje a Casa da Música no Porto. Passaram 4 anos do Porto 2001 e ao que dizem houve uma derrapagem de 60 milhões de contos. Bem, mas isto é outro carnaval, do qual devemos tirar muitas lições para podermos corrigir o que foi mal feito e evitar que se venha a repetir no futuro.
Já cá está e ainda bem que está.
Tem uma arquitectura arrojada e portanto não consensual que, regra geral, é sinónimo de um edifício que será amplamente gabado e admirado em anos vindouros. Eu gosto e quero lá ir tão brevemente quanto possível.
Trás para o Porto um local de excelência para a cultura à música, com a importante função de permitir que mais portuenses tenham acesso a espectáculos e também que a música possa fazer cada vez mais parte da vida das gerações que estão e que se seguem.
Possa ter a CdM uma agenda proporcional ao arrojo da sua arquitectura!
Já cá está e ainda bem que está.
Tem uma arquitectura arrojada e portanto não consensual que, regra geral, é sinónimo de um edifício que será amplamente gabado e admirado em anos vindouros. Eu gosto e quero lá ir tão brevemente quanto possível.
Trás para o Porto um local de excelência para a cultura à música, com a importante função de permitir que mais portuenses tenham acesso a espectáculos e também que a música possa fazer cada vez mais parte da vida das gerações que estão e que se seguem.
Possa ter a CdM uma agenda proporcional ao arrojo da sua arquitectura!
3 Comments:
Eh pá,
Eu é que ia fazer um post sobre a Casa da Música e tu roubaste-me a oportunidade...
Tenho andado bastante pelo Porto e já vi várias vezes o exterior da CdM durante o dia e durante a noite. Acho-a fantástica, estou mortinho por entrar. Sobretudo durante a noite, quando a escadaria está iluminada, é mágico.
Acho o desenho genial, acho o local adequado e só tenho mesmo muita pena que tenham derrubado a central de recolha dos STCP que ficava ali. Era um edifício castanho claro, com um grande relógio no centro da fachada principal, e em cujo interior escuro estacionavam imensos eléctricos. É uma das imagens da minha infância... Mas pronto, posso sempre ir ao Museu do Eléctrico matar saudades.
Uma cambada de parolos fartou-se de criticar o facto de a obra não estar concluída em 2001. Alguém se lembrará disso amanhã? Cá para mim a CdM não queria era ser inaugurada nem pelo Durão nem pelo Santana...
E ainda por cima abrem logo com Lou Reed e eu não estou lá para ouvir!...
De facto o que são 4 anos de atraso e 60 milhões de contos de derrapagem? Nada, quase nada...
É obviamente demais!!! E criticá-lo é tão só natural em quem ambiciona viver num país civilizado e evoluído.
Mas estou com vocês quando dizem que, feita a crítica, é tempo de começarmos a usufruir e gozar este novo espaço.
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